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dc.creatorMartins, Ana Carolina da Silva-
dc.date.accessioned2026-06-03T20:00:23Z-
dc.date.available2026-06-06-
dc.date.available2026-06-03T20:00:23Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/jspui/handle/123456789/228-
dc.description.abstractThe monograph investigates adult-centrism in early childhood education, flowing from autobiographical memories, observations of the stage and bibliographic review, bringing authors such as Ariès (1981), Buber (2006), Freire (2002) and Vigotski (1991). It proposes to understand how adult-centered practices silenced children's voices and limited creativity, autonomy and affectivity, and relates these marks to the observed pedagogical consequences. The methodology is qualitative and theoretical-reflexive, with a survey of academic productions and analysis of the author's experiences. As paths to problematization, the work defends sensitive listening, participation of children in the construction of the curriculum, evaluation that values processes, pedagogical environments with meaningful materials and time to play with them, and continuous teacher training focused on dialogue and ethics of respect, affection, and care. It shows that everyday changes in school practice are more than new techniques, but rather an ethical reformulation of adult-child relationships so that the school really grows along with childhoods.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherAssociação Educacional Dom Boscopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPedagogiapt_BR
dc.subjectEducação infantilpt_BR
dc.subjectFormação de professorespt_BR
dc.subjectAdultocentrismopt_BR
dc.titleDa opressão à libertação das infâncias: problematizando o adultocentrismo nos processos pedagógicos e valorizando as infâncias, seus saberes e modos de serpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Silva, Wallace Santana da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6815247136791594pt_BR
dc.contributor.referee1Chaves, Erica Dutra-
dc.description.resumoEsta monografia investiga o adultocentrismo na educação infantil, fluiu de memórias autobiográficas, observações de estágio e revisão bibliográfica. Traz autores como Ariès (1981), Buber (2006), Freire (2002) e Vigotski (1991), como fundamentação teórica. Ainda, propõe compreender como práticas centradas no adulto silenciam vozes infantis e limitam criatividade, autonomia e afetividade, e relaciona essas marcas às consequências pedagógicas observadas. A metodologia é qualitativa e teórico- reflexiva, com levantamento de produções acadêmicas e análise de experiências da autora. Como caminhos para problematização, o trabalho defende: escuta sensível; participação das crianças na construção do currículo; avaliação que valorize processos; ambientes pedagógicos com materiais significativos e tempo para o brincar, além de uma formação docente contínua, voltada ao diálogo e à ética do respeito, afeto e cuidado. Mostrando que as mudanças cotidianas na prática escolar não são mais que novas técnicas, mas sim uma reformulação ética das relações adulto-criança para que a escola realmente cresça junto com as infâncias.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia, Ciências e Letras Dom Boscopt_BR
dc.publisher.initialsAEDBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
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